... é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente."
(Martha Medeiros)
Do meu ponto de vista...
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A mulher invisível!
Tudo foi acontecendo aos poucos.
Eu falava e ninguém ouvia
Eu dizia: "Desliguem a tv por favor" e ...nada...
Então eu gritava: "Desliguem a TV!"
E depois de repetir várias vezes, eu mesma tinha que desligá-la,
Eu percebí isso em outras situações, meu marido e eu estávamos numa festa há horas.
Eu já estava pronta para ir embora, eu fui saindo. Ele estava conversando com um amigo e...
continuou conversando, ele nem se virou. Foi então que eu percebí: Ele não consegue me ver.
Eu sou INVISÍVEL!: Eu fui notando cada vez mais. Eu levava meu filho para a escola e a professora perguntava: "Jake, quem é essa com você?" E ele dizia: "Ninguém!"
Ele só tem cinco anos e eu já sou: "Ninguém!"
Numa noite dessas nosso circulo de amigas se reuniu celebrando a volta de uma amiga da Inglaterra. Janice contava tudo sobre a viagem e eu olhava as outras mulheres na mesa. Eu tinha me maquiado no carro, usava um vestido qualquer e meu cabelo sujo estava com um prendedor velho. Estava me sentindo ridícula. Janice veio até mim, e disse: "Eu te trouxe isso!".
Era um livro sobre as grandes catedrais da Europa. Eu não entendí até ler a dedicatória: "COM ADMIRAÇÃO, POR TUDO DE BOM QUE VOCÊ CONSTRÓI E NINGUÉM VÊ."
Não se sabem os nomes de quem construiu as grandes catedrais. Você procura, mas só acha: "construtor: DESCONHECIDO"... desconhecido...Eles completaram obras sem saber se jamais seriam reconhecidos. Há uma história sobre um dos construtores que estava esculpindo um passarinho que seria coberto por um telhado. Alguém lhe disse: "Por que gastar tanto tempo fazendo algo que ninguém verá?" E aqui diz que ele respondeu: "Porque Deus vê!" Eles acreditavam que Deus vê tudo. Deram sua vida por obras que nunca viram concluídas. Algumas catedrais levaram mais de 100 anos para ficarem prontas. Isso é muito mais que a vida útil de um trabalhador. Sacrificam-se dia após dia para não terem qualquer reconhecimento. Um dos escritos chega a dizer que nenhuma grande catedral será novamente erguida, porque Há pouquíssimas pessoas dispostas a tanto sacrifício. Eu fechei o livro e era como se DEus me dissesse: "EU TE VEJO" "Você não é invisível para mim." Nenhum sacrifício é tão pequeno que EU não veja, "Eu sorrio ao ver cada bolo, cada botão pregado..." Vejo cada lágrima de decepção quando as coisas vão mal." Mas lembre-se, você está construindo uma catedral." "Ela não ficará pronta durante a sua vida." "E, infelizmente, você nunca entrará nela."
"Mas se você construí-la, bem, EU ENTRAREI." As vezes a invisibilidade me afligia MAS ENTENDÌ QUE ELA NÂO È A DOENÇA que apaga a minha vida. ELA É A CURA PARA A DOENÇA DO EGOCENTRISMO. É O ANTÍDOTO PARA O MEU ORGULHO. NÃO IMPORTA SE OS OUTROS NÃO VEEM, NÃO IMPORTA SE MEU FILHO NÃO DISSER A UM AMIGO QUE FOR LÁ EM CASA: VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR NO QUE A MINHA MÃE FAZ...ELA ACORDA ÁS QUATRO DA MANHÃ, COZINHA, PASSA ROUPA..." Ainda que eu faça tudo isso , eu quero que meu filho se sinta feliz ao voltar prá casa e diga para o seu amiguinho..."Você vai adorar ir lá em casa!"
NÃO IMPORTA SE AS PESSOAS NÃO ME VÊEM, NÃO TRABALHAMOS PARA AS PESSOAS. TRABALHAMOS PARA DEUS, NOS SACRIFICAMOS POR ELE. Os outros nunca prestarão atenção, por melhor que trabalhemos, OREMOS PARA QUE O NOSSO TRABALHO FIQUE COMO UM MONUMENTO PARA O NOSSO DEUS!!!!!!
Eu falava e ninguém ouvia
Eu dizia: "Desliguem a tv por favor" e ...nada...
Então eu gritava: "Desliguem a TV!"
E depois de repetir várias vezes, eu mesma tinha que desligá-la,
Eu percebí isso em outras situações, meu marido e eu estávamos numa festa há horas.
Eu já estava pronta para ir embora, eu fui saindo. Ele estava conversando com um amigo e...
continuou conversando, ele nem se virou. Foi então que eu percebí: Ele não consegue me ver.
Eu sou INVISÍVEL!: Eu fui notando cada vez mais. Eu levava meu filho para a escola e a professora perguntava: "Jake, quem é essa com você?" E ele dizia: "Ninguém!"
Ele só tem cinco anos e eu já sou: "Ninguém!"
Numa noite dessas nosso circulo de amigas se reuniu celebrando a volta de uma amiga da Inglaterra. Janice contava tudo sobre a viagem e eu olhava as outras mulheres na mesa. Eu tinha me maquiado no carro, usava um vestido qualquer e meu cabelo sujo estava com um prendedor velho. Estava me sentindo ridícula. Janice veio até mim, e disse: "Eu te trouxe isso!".
Era um livro sobre as grandes catedrais da Europa. Eu não entendí até ler a dedicatória: "COM ADMIRAÇÃO, POR TUDO DE BOM QUE VOCÊ CONSTRÓI E NINGUÉM VÊ."
Não se sabem os nomes de quem construiu as grandes catedrais. Você procura, mas só acha: "construtor: DESCONHECIDO"... desconhecido...Eles completaram obras sem saber se jamais seriam reconhecidos. Há uma história sobre um dos construtores que estava esculpindo um passarinho que seria coberto por um telhado. Alguém lhe disse: "Por que gastar tanto tempo fazendo algo que ninguém verá?" E aqui diz que ele respondeu: "Porque Deus vê!" Eles acreditavam que Deus vê tudo. Deram sua vida por obras que nunca viram concluídas. Algumas catedrais levaram mais de 100 anos para ficarem prontas. Isso é muito mais que a vida útil de um trabalhador. Sacrificam-se dia após dia para não terem qualquer reconhecimento. Um dos escritos chega a dizer que nenhuma grande catedral será novamente erguida, porque Há pouquíssimas pessoas dispostas a tanto sacrifício. Eu fechei o livro e era como se DEus me dissesse: "EU TE VEJO" "Você não é invisível para mim." Nenhum sacrifício é tão pequeno que EU não veja, "Eu sorrio ao ver cada bolo, cada botão pregado..." Vejo cada lágrima de decepção quando as coisas vão mal." Mas lembre-se, você está construindo uma catedral." "Ela não ficará pronta durante a sua vida." "E, infelizmente, você nunca entrará nela."
"Mas se você construí-la, bem, EU ENTRAREI." As vezes a invisibilidade me afligia MAS ENTENDÌ QUE ELA NÂO È A DOENÇA que apaga a minha vida. ELA É A CURA PARA A DOENÇA DO EGOCENTRISMO. É O ANTÍDOTO PARA O MEU ORGULHO. NÃO IMPORTA SE OS OUTROS NÃO VEEM, NÃO IMPORTA SE MEU FILHO NÃO DISSER A UM AMIGO QUE FOR LÁ EM CASA: VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR NO QUE A MINHA MÃE FAZ...ELA ACORDA ÁS QUATRO DA MANHÃ, COZINHA, PASSA ROUPA..." Ainda que eu faça tudo isso , eu quero que meu filho se sinta feliz ao voltar prá casa e diga para o seu amiguinho..."Você vai adorar ir lá em casa!"
NÃO IMPORTA SE AS PESSOAS NÃO ME VÊEM, NÃO TRABALHAMOS PARA AS PESSOAS. TRABALHAMOS PARA DEUS, NOS SACRIFICAMOS POR ELE. Os outros nunca prestarão atenção, por melhor que trabalhemos, OREMOS PARA QUE O NOSSO TRABALHO FIQUE COMO UM MONUMENTO PARA O NOSSO DEUS!!!!!!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Relacionamentos!
Estava eu aqui a pensar quando um relacionamento termina de
quem é a culpa? Não existem culpados. Existem pessoas que não se completaram, não se amaram, ou só um amou. O amor é uma conquista a cada dia, precisamos ter jogo de cintura para manter um relacionamento e, nem sempre isso acontece, mentiras sempre atrapalham, por vezes o que é uma coisa mínima, uma coisa simples pode ser a ser a gota d’água para o término do mesmo, mentiras nunca dão certo o melhor é falar sempre a verdade seja ela qual for mesmo que pra isso corra o risco de ser chamado(a) grosseiro(a). Tem pessoas que mesmo amando seu parceiro preferem a distância, pois tem medo de dividir seu espaço e mesmo amando se afastam, vivem dias de angustia, de sofrimento, porém se mantém afastados contentando-se somente em sonhar com o que poderia ter sido. Pessoas muito tempo sozinhas acostumam-se a viver só! Não fazem questão de uma outra escova de dente em seu banheiro, mas precisam de alguém para partilhar um bom pedaço de pizza, um final de semana na praia, um cineminha depois disso, cada um volta para seu canto; onde o que deixou espalhado vai estar lá no mesmo lugar sem que ninguém tenha tocado, seu mundo continua impenetrável e isso o faz bem, a solidão faz parte da vida dessas pessoas, elas simplesmente se contentam com elas mesmas, daí não fazem questão de uma segunda pessoa em seu mundo, em seu reino, onde somente ele manda e desmanda. Tornam-se egoístas e não dividem o que é seu por medo de perder seu reinado, podem até amar, mas não permitem grandes aproximações. Quando o relacionamento fica sério eles simplesmente caem fora com desculpas um tanto esfarrapadas, esse é um modo de preservarem sua individualidade, seu espaço, é assim que fazem os solitários por opção. Como tem pessoas que não conseguem viver sozinhos precisam sempre de alguém por perto, pois se ficarem sozinhos perdem o rumo não sabem decidir por si só, estão sempre em busca da sua cara metade e demonstram carência afetiva com muita facilidade, onde uma palavra de carinho por mais simples que for o encanta e o faz apaixonar-se, ele acredita em tudo que ouve, dês de que seja carinhosamente dita, a carência faz a aproximação. Um relacionamento exige boa vontade de ambas as partes para procurarem se entender ao máximo possível, aceitar os erros e acertos do escolhido faz parte dessa tentativa, nunca deixar a rotina tomar conta do casal, a distância não é uma boa para se desenvolver um bom relacionamento, sempre conquistar um ao outro á cada dia, quem sabe assim quando uma decisão for tomada, que seja essa a melhor decisão para ambos:
quem é a culpa? Não existem culpados. Existem pessoas que não se completaram, não se amaram, ou só um amou. O amor é uma conquista a cada dia, precisamos ter jogo de cintura para manter um relacionamento e, nem sempre isso acontece, mentiras sempre atrapalham, por vezes o que é uma coisa mínima, uma coisa simples pode ser a ser a gota d’água para o término do mesmo, mentiras nunca dão certo o melhor é falar sempre a verdade seja ela qual for mesmo que pra isso corra o risco de ser chamado(a) grosseiro(a). Tem pessoas que mesmo amando seu parceiro preferem a distância, pois tem medo de dividir seu espaço e mesmo amando se afastam, vivem dias de angustia, de sofrimento, porém se mantém afastados contentando-se somente em sonhar com o que poderia ter sido. Pessoas muito tempo sozinhas acostumam-se a viver só! Não fazem questão de uma outra escova de dente em seu banheiro, mas precisam de alguém para partilhar um bom pedaço de pizza, um final de semana na praia, um cineminha depois disso, cada um volta para seu canto; onde o que deixou espalhado vai estar lá no mesmo lugar sem que ninguém tenha tocado, seu mundo continua impenetrável e isso o faz bem, a solidão faz parte da vida dessas pessoas, elas simplesmente se contentam com elas mesmas, daí não fazem questão de uma segunda pessoa em seu mundo, em seu reino, onde somente ele manda e desmanda. Tornam-se egoístas e não dividem o que é seu por medo de perder seu reinado, podem até amar, mas não permitem grandes aproximações. Quando o relacionamento fica sério eles simplesmente caem fora com desculpas um tanto esfarrapadas, esse é um modo de preservarem sua individualidade, seu espaço, é assim que fazem os solitários por opção. Como tem pessoas que não conseguem viver sozinhos precisam sempre de alguém por perto, pois se ficarem sozinhos perdem o rumo não sabem decidir por si só, estão sempre em busca da sua cara metade e demonstram carência afetiva com muita facilidade, onde uma palavra de carinho por mais simples que for o encanta e o faz apaixonar-se, ele acredita em tudo que ouve, dês de que seja carinhosamente dita, a carência faz a aproximação. Um relacionamento exige boa vontade de ambas as partes para procurarem se entender ao máximo possível, aceitar os erros e acertos do escolhido faz parte dessa tentativa, nunca deixar a rotina tomar conta do casal, a distância não é uma boa para se desenvolver um bom relacionamento, sempre conquistar um ao outro á cada dia, quem sabe assim quando uma decisão for tomada, que seja essa a melhor decisão para ambos:
terça-feira, 5 de abril de 2011
Somos todos imortais...
Teoricamente imortais, claro. Hipocritamente imortais. Porque nunca consideramos a morte como uma possibilidade cotidiana, feito perder a hora no trabalho ou cortar-se fazendo a barba, por exemplo. Na nossa cabeça, a morte não acontece como pode acontecer de eu discar um número telefônico e, ao invés de alguém atender, dar sinal de ocupado. A morte, fantasticamente, deveria ser precedida de certo ‘clima’, certa ‘preparação’. Certa ‘grandeza’. Deve ser por isso que fico (ficamos todos, acho) tão abalado quando, sem nenhuma preparação, ela acontece de repente. E então o espanto e o desamparo, a incompreensão também, invadem a suposta ordem inabalável do arrumado (e por isso mesmo ‘eterno’) cotidiano. A morte de alguém conhecido e/ou amado estupra essa precária arrumação, essa falsa eternidade. A morte e o amor. Porque o amor, como a morte, também existe – e da mesma forma, dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte – pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) – nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Meu Deus, me dê a coragem...
Meu Deus, me dê a coragem de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites,... Faça com que a solidão não me destrua. Faça com que minha solidão me sirva de companhia. Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços meu pecado de pensar.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
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